PRODUTOS NATURAIS PARA REDUZIR O ESTRESSE: SAÚDE INTESTINAL E REFLEXOS NA PELE
O estresse manda ver nas mudanças do corpo e da mente, mexendo com tudo. O sistema digestivo tem chamado a atenção dos cientistas por causa da sua com o cérebro e a pele. Então, este texto quer dar um confere nessa do intestino com o estresse e o que aparece na pele, mostrando como produtos naturais podem dar uma força nos cuidados.
Ter um intestino legal tem tudo a ver com o equilíbrio da flora, que são os bichinhos que vivem lá e fazem um monte de coisas boas, tipo turbinar o sistema de defesa, fazer vitaminas e controlar inflamações. Quando essa flora desanda, rola a disbiose, que zoa o intestino, causa inflamação e piora os problemas de pele (GALLAND, 2014, p. 62). Vários estudos mostram que o estresse direto muda a flora do intestino, prejudicando a barreira que protege e causando inflamações (DINAN; CRYAN, 2017).
A parada do intestino ligado ao cérebro explica como as emoções afetam o funcionamento do intestino. Mayer (2016) diz que “o intestino manda nas reações emocionais e de defesa” (MAYER, 2016, p. 91). Ou seja, ficar estressado direto só piora a disbiose, bagunçando o corpo todo, inclusive a pele.
E a pele, coitada, mostra tudo o que rola dentro do corpo, como se fosse um alarme de inflamação. A ciência já sacou que os problemas de intestino pioram as doenças de pele, tipo espinhas, alergias, rosácea e psoríase (BOWE; LOGAN, 2011, p. 130). Essa parada de intestino-pele mostra que a inflamação no intestino e a falta de proteção de lá ajudam a inflamar a pele.
Aí que entram os produtos naturais, dando aquela força para baixar o estresse e turbinar o intestino. Os probióticos e prebióticos, por exemplo, podem dar um jeito na flora, diminuir a inflamação e acalmar as emoções ligadas ao estresse e à ansiedade (SARKAR et al., 2016). Os caras dizem que tomar esses bichinhos do bem ajuda a controlar a resposta do corpo ao estresse, dando benefícios gerais.
Além disso, comer coisas naturais com fibras, antioxidantes e compostos ativos, como frutas, verduras e alimentos fermentados, ajuda a proteger o intestino e diminuir o estresse (RODRIGUES et al., 2020). Comer essas coisas direto melhora o intestino e diminui as inflamações na pele. Bowe e Logan (2011) mandam a real: “ter um intestino legal faz bem pro visual e pra saúde da pele” (BOWE; LOGAN, 2011, p. 134).
Mas, ei, usar produtos naturais tem que ser com consciência e junto com hábitos saudáveis, tipo comer bem, se exercitar e controlar o estresse. A galera da ciência avisa que essas dicas não substituem o médico ou o nutricionista, mas são um plus nos cuidados com a saúde (BRASIL, 2018).
Para resumir, um intestino legal turbina a pele e a reação do corpo ao estresse. Usar produtos naturais, se cuidar e ter uma vida saudável ajuda a equilibrar o intestino, o cérebro e a pele, dando uma força tanto na saúde quanto na beleza. Mas calma, ainda precisam de mais estudos para entender tudo direitinho e criar um plano de ação mais certo.
Referências Bibliográficas com links (ABNT)
BOWE, W. P.; LOGAN, A. C. Acne vulgaris, probiotics and the gut-brain-skin axis – back to the future? Gut Pathogens, London, v. 3, n. 1, p. 1–11, 2011. DOI: 10.1186/1757-4749-3-1. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC3038963/. Acesso em: 10 jan. 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2018. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_praticas_integrativas_complementares_2ed.pdf. Acesso em: 10 jan. 2026.
DINAN, T. G.; CRYAN, J. F. The microbiome-gut-brain axis in health and disease. Gastroenterology Clinics of North America, Philadelphia, v. 46, n. 1, p. 77-89, 2017. DOI: 10.1016/j.gtc.2016.09.007. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/28993268/ (página de resumo). Acesso em: 10 jan. 2026.
GALLAND, L. The gut microbiome and the brain. Journal of Medicinal Food, New York, v. 17, n. 12, p. 1261-1272, 2014. Disponível em: https://doi.org/10.1089/jmf.2014.0077. Acesso em: 10 jan. 2026.
MAYER, E. A. The mind-gut connection. New York: Harper Wave, 2016. (Livro disponível comercialmente; pesquisa de resumo pode ser visualizada em catálogos online).
RODRIGUES, R. S. et al. Alimentação, microbiota intestinal e inflamação sistêmica. Revista de Nutrição, Campinas, v. 33, e200045, 2020. DOI: 10.1590/1678-9865202033e200045. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rn/a/DG9g6Z8c9F7ycF8sTKMy4hS/?lang=pt. Acesso em: 10 jan. 2026.
SARKAR, A. et al. Psychobiotics and the manipulation of bacteria–gut–brain signals. Trends in Neurosciences, Amsterdam, v. 39, n. 11, p. 763-781, 2016. DOI: 10.1016/j.tins.2016.09.002. Disponível em: https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0166223616300851. Acesso em: 10 jan. 2026.


