Relação entre intestino preso e aparência da pele: implicações da saúde intestinal na integridade cutânea
Resumo
Prisão de ventre é bem comum e pode bagunçar o corpo todo, até a pele. Cientistas acham que, quando o intestino não vai bem, o corpo acaba absorvendo mais toxinas, a flora intestinal fica desregulada e rola mais inflamação. Tudo isso pode causar problemas de pele como acne, ressecamento, pele muito oleosa e até envelhecimento precoce. Este artigo mostra o que a ciência diz sobre a ligação entre intestino preso e a pele, explicando como tudo acontece e mostrando jeitos simples de cuidar do intestino e da pele.
Palavras-chave: intestino preso; saúde do intestino; flora intestinal; pele; inflamação.
1. Introdução
Ter intestino preso, que é ir ao banheiro menos vezes e ter dificuldade de fazer cocô, é algo que muita gente sofre. Mas, diferente do que se pensa, não afeta só a barriga. Estudos dizem que pode afetar outras partes do corpo, como a pele. Uma pele saudável precisa de um corpo equilibrado, e isso inclui o que acontece no intestino. Por isso, é importante entender essa relação entre intestino preso e a pele.
2. Como foi feito este estudo
Foi feita uma pesquisa em artigos científicos em lugares como PubMed, SciELO e Google Scholar. Foram usados termos como constipação, flora intestinal, inflamação e saúde da pele. Foram escolhidos os estudos mais recentes, em português e inglês.
3. O que é intestino preso e o que causa
Intestino preso é quando a pessoa faz cocô menos de três vezes por semana, as fezes são duras e a pessoa precisa fazer força para evacuar. Isso acontece por falta de fibras e água na dieta, por sedentarismo, comer muita besteira e por estresse e ansiedade. Tudo isso deixa o intestino mais lento, muda a flora intestinal e causa inflamação no corpo.
4. Como o intestino afeta a pele
Quando o intestino não funciona bem, o corpo retém mais resíduos e acaba reabsorvendo toxinas. Isso causa inflamação, que pode aparecer na pele como acne, oleosidade, ressecamento e falta de brilho. E essa inflamação também pode acabar com o colágeno e a elastina da pele, acelerando o envelhecimento.
5. A flora intestinal e a pele
A flora intestinal ajuda a regular o sistema imunológico e a evitar inflamações. Quando essa flora está desregulada, o que chamamos de disbiose, o intestino fica mais permeável e causa mais inflamação no corpo. Isso piora a barreira de proteção da pele, causando lesões, diminuindo a regeneração das células e deixando a pele mais vulnerável a problemas.
6. O que fazer para cuidar do intestino e da pele
Mudar alguns hábitos pode ajudar muito a melhorar o intestino preso e, de quebra, a pele. Comer mais fibras, beber bastante água, se exercitar e controlar o estresse são ótimas opções. Usar probióticos também pode ser uma boa, já que eles ajudam a equilibrar a flora intestinal e a diminuir a inflamação.
7. Para finalizar
Os estudos mostram que o intestino preso tem bastante influencia na saúde e na aparência da pele, por causa de inflamações e problemas no metabolismo e no sistema imunológico. Cuidar do intestino com hábitos saudáveis é uma ótima forma de evitar problemas de pele e mantê-la sempre saudável. Por isso, é importante cuidar tanto da saúde do intestino quanto da pele, principalmente em tratamentos e na prevenção.
inks de referência
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Ministério da Saúde – Saúde Digestiva
Conteúdo institucional sobre funcionamento do intestino, alimentação saudável e prevenção da constipação intestinal.
https://www.gov.br/saude -
Sociedade Brasileira de Gastroenterologia (SBG)
Informações científicas sobre constipação intestinal, microbiota e saúde digestiva.
https://www.sbg.org.br -
Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
Estudos e materiais sobre a relação entre saúde interna, inflamação e aparência da pele.
https://www.sbd.org.br -
Harvard Health Publishing – Gut Health and Skin
Artigos que abordam a conexão entre intestino, inflamação e doenças de pele.
https://www.health.harvard.edu -
PubMed – Gut microbiota and skin health
Base de dados científica com estudos sobre microbiota intestinal e saúde da pele.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov


